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                                                                ESTATUTO

   ASSOCIAÇÃO PROJECTO SANTA CATARINA FOGO CABO VERDE

                                                       CAPITULO I
                                      ARTIGO 1º
                   (Constituição e denominação)

É constituída, por tempo indeterminado, “ Asoociação Projeto
Santa Catarina Fogo-USA”, que se rege pelo seguinte
estatuto.
                                                                                               ARTIGO

                                                                                                     
(Sede)

Asoociação Projeto Santa Catarina Fogo, (APSCF) tem sua
sede em  Massachusetts-USA, e delegação em Cova Figueira,
Santa Catarina, Ilha do Fogo Cabo Verde, podendo constituir
outras delegações onde haja comunidade santa-catarinense
da Ilha do Fogo, promover intercâmbio, cooperação e
geminação com outras Associações congéneres em
quaisquer cidades dos EUA e em Cabo Verde.

                                         ARTIGO 3º
                                                                                                                            

PSCF é uma Associação sem fins lucrativos com carácter
apartidária e tem por objectivo contribuir para o
desenvolvimento económico, social, cultural e desportivo do
Concelho Santa Catarina do Fogo, Cabo Verde devendo para
tanto:
a) Congregar no seu seio todos quantos, no país ou no
estrangeiro, queiram dar uma contribuição positiva e
desinteressada ao desenvolvimento do Concelho;
b) Criar um espaço de diálogo / negociação, convivência e
concertação, independentemente de qualquer convicção
politica, filosófica ou religiosa;
c) Interessar os seus membros na resolução de alguns
problemas sócio ambientais, económicos e culturais;
d) Contribuir para a dignificação dos seus membros e apoiar
o desenvolvimento intelectual, cívico, moral e técnico-
profissional dos mesmos;
e) Estabelecer relações com organismos nacionais ou
estrangeiros, governamentais ou não, em tudo quanto diga
respeito ao desenvolvimento do Concelho;
f) Apoiar projetos em estudo e/ou em execução que visem o
desenvolvimento do Concelho designadamente, na área
social, cultural, económica, desportiva, mobilizando os seus
membros, os meios humanos e materiais possíveis;
g) Elaborar e divulgar documentação com informações sobre
as actividades da Associação ou quaisquer outros trabalhos
que se revistam de interesse para as finalidades da
Associação.


                                         ARTIGO 4º
                                                                                          
(Património inicial)

O património inicial da Associação é constituído pelo
somatório das jóias e quotas pagas pelos sócios.

                                    CAPITULO II
                                     Dos Sócios

                                     ARTIGO 5º
                                                                                         (Categoria
dos sócios)

1. Os Sócios do Projecto Santa Catarina Fogo podem ser:
a) Fundadores;
b) Ordinários;
c) Honorários;
d) Beneméritos.
2. São Sócios Fundadores, todos aqueles que tenham
contribuído para a criação e proclamação da Associação.
3. São Sócios Ordinários todas as pessoas maiores de 18
anos, admitidas pelo Conselho Directivo, mediante proposta
de dois membros em pleno gozo dos seus direitos.
4. São Sócios Honorários todas as pessoas que tenham
prestado relevantes serviços à Associação ou ao Concelho
de Santa Catarina do Fogo e sejam eleitos pela Assembleia
Geral por dois terços dos membros presentes, sob proposta
do Concelho Directivo.
5. São Sócios Beneméritos as pessoas que tenham
contribuído significativamente para o engrandecimento
patrimonial da Associação e sejam eleitas nos termos do
número anterior.
6. A título póstumo, poderão ser proclamados membros
honorários ou beneméritos, as pessoas que preencham os
requisitos exigidos nos dois números anteriores.

                                    ARTIGO 6º
                             (Direitos dos sócios)

1. São direitos dos sócios ordinários:
a) Eleger e ser eleito para qualquer órgão da Associação;
b) Propor a admissão de novos membros;
c) Participar nos trabalhos e actividades da Associação;
d) Tomar parte nas deliberações da Assembleia Geral;
e) Consultar os estatutos e documentos produzidos;
f) Receber as publicações da Associação;
g) Ser tratado com respeito no desempenho das suas
funções;
h) Fazer-se representar por outrem mediante mandato.
2. São direitos dos sócios honorários e beneméritos os
referidos no número anterior, com excepção do disposto nas
alíneas a),b) e d).

                                        ARTIGO 7º
                                                                                                 
(Deveres dos sócios)

1. São deveres dos sócios ordinários:
a) Pagar à entrada as jóias e pontualmente as suas quotas;
b) Desempenhar gratuitamente e com zelo os cargos para
que forem eleitos;
c) Comparecer às reuniões da Assembleia Geral e dos órgãos
de que fazem parte;
d) Prestar a colaboração que lhes for solicitada pelos órgãos;
e) Cumprir rigorosamente os Estatutos, regulamentos e as
deliberações dos órgãos da Associação.
2. Os sócios honorários e beneméritos estão isentos dos
deveres previstos na alínea a) do número anterior.

                                       ARTIGO 8º
                     (Perda de qualidade de sócio)

Perdem a qualidade de sócio:
a) Os que pediram a sua demissão;
b) Os que reiteradamente, violem os seus deveres ou de
qualquer outro modo, lesem gravemente os interesses da
Associação.


                                        ARTIGO 9º
                                                                                                         
(Perda de direito de sócio)

1. Perdem os direitos correspondentes a essa qualidade, os
sócios que não pagarem as suas quotas durante três meses
consecutivos e não apresentarem razões de força maior.
2. Podem ser readmitidos por deliberação da Assembleia
Geral, os sócios excluídos da Associação com base no
disposto do número anterior, mediante pagamento das
quotas em atraso e multa correspondente a 50% do montante
da dívida.

                                   CAPITULO III
                                                                                                                                                                       
ÓRGÃOS

                                     ARTIGO 10º
                                                                                                     
(enumeração)


São órgãos da Assembleia:
a) A Assembleia Geral;
b) O Conselho Fiscal;
c) O Conselho Directivo.

                                      ARTIGO 11º
                                                                                                                                                       
(Eleição)

Os titulares dos órgãos da Associação são eleitos pela
Assembleia Geral por sufrágio, directo e secreto, nos termos
estabelecidos no regulamento eleitoral.

                                      ARTIGO 12º
                         (Definição e constituição)

1. A Assembleia Geral é o órgão máximo da Associação e é
constituída por todos os sócios em pleno gozo dos direitos
associativos, podendo nela participar os sócios honorários e
beneméritos sem direito de votos.

2. Às sessões da Assembleia Geral poderão ser convidados
nacionais e estrangeiros como observadores.  


                                     ARTIGO 13º
                                                                                                                                                    
(Mesa)

3. A mesa da Assembleia Geral é composta por um
Presidente, um Vice-presidente, dois Secretários e um Vogal,
eleitos pela Assembleia Geral por sufrágio, directo e secreto,
por um período de dois anos podendo ser reeleitos.

                                      ARTIGO 14º
                                                                                                                                                   
(Sessões)

1. A Assembleia Geral reúne-se ordinariamente uma vez por
ano, para apreciar o relatório e contas do ano social anterior,
discutir e aprovar orçamento para o ano seguinte e eleger os
órgãos do Conselho Diretivo e Conselho Fiscal.
2. A Assembleia Geral reúne-se em sessão extraordinária,
mediante convocação do presidente da Mesa, à solicitação de
pelo menos um terço dos membros do Conselho Diretivo ou
um terço dos sócios.

                                       ARTIGO 15º
                                                                                                                                                    
(Quórum)
                                                         
A Assembleia Geral só deliberará tendo pelo menos a
presença de metade mais um dos sócios. Na eventualidade
de não comparência desta percentagem por duas vezes
consecutivas, a Assembleia poderá deliberar numa terceira
convocatória, com apenas um terço dos seus membros.

                                          ARTIGO 16º
                                                                                                                                                    
 
(Competência)
Compete à Assembleia Geral:
a) Garantir a manutenção dos princípios inspiradores da
Associação;
b) Eleger e demitir os elementos da Mesa da Assembleia
Geral e dos restantes órgãos da Associação.
c) Discutir e votar o programa anual, o orçamento, as linhas
gerais de acção do Conselho Directivo, bem como o
respectivo relatório de contas;
d) Apreciar a actividade dos restantes órgãos;
e) Criar comissões de trabalho e eventuais para a realização
de estudos ou actividades no âmbito dos fins da Associação;
f) Fixar e alterar o valor das jóias e quotas, mediante proposta
do Conselho Directivo;
g) Deliberar sobre os conflitos entre os órgãos da Associação
e entre os membros de órgãos diferentes;
h) O mais que resultar de leis e regulamentos internos.

                                     ARTIGO 17º
           (Definição e constituição do Conselho Directivo)

O Conselho Directivo é o órgão que dirige, administra e
executa o programa da Associação e é composto por um
Presidente, um vice-presidente, dois Secretários, um
Tesoureiro, e dois suplentes, eleitos por dois anos, podendo
ser reeleitos.

                                      ARTIGO 18º
                                                                          (Responsabilidades
dos membros)

Cada membro do Conselho Directivo é responsável,
individual e colectivamente por todas as deliberações
tomadas nas reuniões, salvo quando declarar em acta que foi
contrário à deliberação da maioria.

                                       ARTIGO 19º
                                                                                                                                      
(Sessões)

1. O Conselho Directivo reúne-se ordinariamente uma vez por
mês e extraordinariamente, mediante convocação do
Presidente ou à solicitação de, pelo menos, três dos seus
membros.
2. As actas das reuniões do Conselho Directivo serão
assinadas por todos os membros presentes.

                                       ARTIGO 20º
                                                                                               
(deliberações)

O Conselho Directivo só poderá deliberar com a presença de
três dos seus membros.

                                        ARTIGO 21º
                                  (voto de qualidade)

As deliberações do Conselho Directivo são tomadas por
maioria absoluta dos seus membros, tendo o Presidente voto
de qualidade.

                                       ARTIGO 22º
                                   (Competências)

Compete ao Conselho Directivo:
a) Cumprir e fazer cumprir os estatutos, os regulamentos, o
programa de actividades e as deliberações da Assembleia
Geral.;
b) Orientar e dinamizar a actividade da Associação;
c) Organizar e superintender as actividades da Associação;
d) Criar comissões de trabalho eventuais para realização de
estudos ou actividades no âmbito dos fins da Associação;
e) Apreciar e deliberar sobre propostas de admissão de
novos sócios;
f) Propor a admissão de membros honorários e beneméritos;
g) Propor à Assembleia Geral o quantitativo das jóias e
quotas a pagar pelos sócios;
h) Estabelecer relações de cooperação com entidades
nacionais e estrangeiras;
i) Autorizar o Presidente a propor acções judiciais, confessar,
desistir e transigir;
j) Administrar as finanças e o património da Associação;
k) Assegurar a organização e o funcionamento dos órgãos,
bem como a escrituração dos livros;
l) Exercer as demais funções previstas nestes estatutos, nos
regulamentos e na lei.

                                         ARTIGO 23º
                            (Competência do Presidente)

Compete ao Presidente convocar e orientar as reuniões do
Conselho Directivo e representar a Associação.

                                        ARTIGO 24º
                                                                                                                         
(Substituição do Presidente)

O Presidente é substituído, nas suas faltas, ausências ou
impedimentos pelo Vice-Presidente e, na falta deste, por um
dos secretários.

                                       ARTIGO 25º
(Definição e composição do Conselho Fiscal)

1. O Conselho Fiscal é o órgão encarregado de fiscalizar a
actividade do Conselho Diretivo;
2. O Conselho Fiscal é composto por um Presidente, um
relator, um Secretário e um Suplente.

                                        ARTIGO 26º
                                                                                                    
(Sessões)

O Conselho Fiscal reúne-se ordinariamente três quatro vezes
por ano e extraordinariamente quando convocado pelo
Presidente ou à por solicitação de qualquer membro do
Conselho Directivo ou da Mesa da Assembleia Geral

                                         ARTIGO 27º
                                      (Competência)

Compete ao conselho fiscal:
a) Fiscalizar a actividade do Conselho Diretivo;
b) Examinar com regularidade as contas e as escritas da
Associação;
c) Verificar os balancetes de receitas e despesas, conferir os
documentos de despesas e a legalidade dos pagamentos
efectuados;
d) Emitir parecer sobre o orçamento, relatório e contas do
Conselho Directivo;
e) Colocar na elaboração de regulamentos e programas
relativos às actividades da Associação;
f) Emitir parecer sobre qualquer matéria de carácter
económico-financeiro, à solicitação dos restantes órgãos;
g) Participar nas reuniões do Conselho Directivo, sempre que
o entender conveniente ou para tal convocados sem direito a
votos;
h) Exercer as demais funções que resultam nos presentes
Estatutos, dos regulamentos internos ou da

                                   CAPITULO IV
                                    ARTIGO 28º
                                                                                            (Receitas)
São receitas da Associação:

a) As jóias e quotas pagas pelos sócios;
b) Os subsídios, donativos, legados, heranças, ou doações de
entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras;
c) O produto da venda dos Estatutos, Regulamentos e
publicações da Associação;
d) O produto de quaisquer festas, actividades recreativas e
outras que a Associação organize ou em que participe;
e) Os rendimentos de bens e capitais próprios;
f) Quaisquer outras receitas previstos na lei.
                                               
                                   CAPITULO V
                      DISPOSIÇÕES DIVERSAS

                                      ARTIGO 29º
                          (Revisão dos Estatutos)

A revisão e as alterações dos presentes Estatutos só
poderão ocorrer em Assembleia Geral extraordinária,
expressamente convocada para esse fim, mediante votação
favorável de três quartos dos sócios presentes.

                                       ARTIGO 30º
                          (Extinção da Associação)

1. A extinção da Associação só poderá ocorrer em
Assembleia Geral extraordinária, expressamente convocada
para esse fim, mediante votação favorável de três quartos
dos sócios presentes.
2. Em caso de extinção da Associação o património desta
terá o destino que a Assembleia Geral julgar conveniente.

                                      ARTIGO 31º
                          (Vinculação da Associação)

A Associação obriga-se pela assinatura conjunta do
Presidente do Conselho Directivo e do Tesoureiro.

                                         ARTIGO 32º
                                   (Casos omissões)

As dúvidas e casos omissos serão resolvidos mediante a
deliberação da Assembleia Geral.

                                     CAPITULO VI
                                     REGULAMENTOS

                                        ARTIGO 33º
                                                                                       
(Regulamentos Internos)

A Assembleia Geral aprovará regulamentos internos
respeitantes às seguintes matérias:

a) Funcionamento da Assembleia Geral;
b) Processo eleitoral;
c) Regime disciplinar.

=============================================================  
Aprovado por todos os membros directivos do Grupo
Projecto Santa Catarina Fogo em 24 de Novembro de 2012, na
Vila de Randolph Massachusetts USA.
=================================================
Inserido os nomes dos novos membros da ASSOCIAÇÃO
PROJÉCTO SANTA CATARINA, FOGO-USA nesta data de 11
Outubro 2019 que são os seguintes:
Gaspar M Fontes, Paulino L Fernandes, Sónia Fonseca, Valter
L Fernandes, Clara Andrade e Ruth Montrond.
9 Dez 2012

                        PULSAR DA COMUNIDADE

O Projecto Santa Catarina Fogo agora oficialmente chamada
ASSOCIAÇÃO PROJECTO SANTA CATARINA FOGO, reuniu
ontém onde estiveram presentes, Benvinda, Sacorrinha,
Virgilio, Ramiro, Chalezinho, Quinquim, Guigui e Beja.

O  Grupo congratulou se com a legalização da APSCF em
Cabo Verde que agora, tem o seu estatuto oficial e a sua
sede na ilha do Fogo.
Iniciamos também o processo da legalização do grupo aqui
nos USA e esteve presente um Advogado que está tratando
dos tramites legais deste processo da criação duma
associação nao lucrativa um Non-Profit com o nome
ASSOCIAÇÃO CABOVERDIANA AMIGOS USA.
De seguida, o grupo debruçou sobre os preparativos da
Festa do Fim de Ano, a realizar no próximo dia 31 de
Dezembro, 2012, no 25 Teed Drive, Randolph, MA, 02368 das
8:00 PM as 1:00 AM.

Sem dúvida nenhuma, a comunidade Santacatarina está
contribuindo duma forma bem consciente sobre o
andamento do processo da sua organização esperando que
este esforço contribua para o progresso e união da nossa
comunidade.

A Associação Projecto Santa Catarina Fogo, tem a sua sede
em Randolph, MA, USA e na ilha do Fogo, Cabo Verde. Os
membros directivos do grupo inscritos oficialmente são:
Joaquim Fontes, Jose Fontes, Virgilio Miranda, Aguinaldo
Pires, Ramiro Fontes, Benvinda Teixeira, Maria Andrade,
Maria Freire e Danilo Fontes, estes dois ultimos, membros
directivos em Cabo Verde.

A APSCF será regida pelo seu Estatudo Oficial e todos os
membros da Comunidade Santacatarinense e nao só que,
queiram participar oficialmente nesta associação serão
inscritos pagando uma pequena quota mensal ou anual e
com todos os direitos do estatuto oficial.

Também a ASSOCIAÇÃO PROJECTO SANTA CATARINA
FOGO, já tem uma conta bancária aberta na Caixa
Economica, na ilha do Fogo, Cabo Verde, onde qualquer
pessoa que queira  contribuir para ASSOCIAÇÃO
PROJECTO SANTA CATARINA FOGO pode enviar sua
contribuição.

Contamos brevemente divulgar mais informação  na
comunicação social.

APSCF-USA