CAPITALISMO EM PERIGO?

O que está passando actualmente com a economia dos Estados Unidos de
América, foi causada injustamente pelos muitos não sinceros habilidosos “CEOS”,
Executivos Oficiais das Grandes Empresas, e políticos que fazem da política um
móbil principal para poderem enriquecer mais os seus bolsos, sem contudo
considerarem o sofrimento que infligem ao eleitorado  e a comunidade  em geral
nos USA e praticamente no mundo inteiro.
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                                                                    FUTURO DO DOLLAR

A moeda Europeia mais  precisamente o Euro,  fez dez anos da sua criação. Durante todo este periodo não
cessou de crescer em relação    às outras divisas,  como o Libra Ingles  e outras. Segundo dados oficiais,   
esta moeda apreciou se em relação as outras moedas mais de   30%.

De acordo com Financial Times de Londres,  o Euro continuará a subir nos próximos anos comparado com o  
Dollar Americano deixando-o cada vez mais fraco.

Sem duvida que o Euro estabeleceu-se como uma moeda forte globalmente, mas até ainda é o Dollar que está
reinando como divisa mais conhecida em todo mundo.

A pergunta que deve ser feita é: Ha bem pouco tempo o ouro negro, ou  o petroleo, estava sendo se
transacionado por mais de 100 dollars cada barril, mas de momento,  ou seja no fim deste ano de 2008, cada
barril de petroleo esá  a ser vendido por quase trinta dollars;  como podem os epecialistas na materia, prever
o futuro  do Dollar em relacao ao Euro,  se estamos passando por uma forte crise economica mundial onde
nenhum governo pode garantir e dizer ao certo quanto tempo vai demorar esta recessão que esta tornando
em um dipressao mundial?
Quinquim
ECONOMIA
Set 24, 2010                                                                                  
                               ECONOMIA & POLÍTICA


A onda forte da economia mundial  parece que ainda está soprando fortemente. Começou nos USA e alastrou por
outros continentes,   tudo indica que vai demorar um pouco mais para  diminuir.

A Europa   com o seu Euro aparentemente forte, está sentindo a pressão dessas ondas onde os governos, estão
procurando uma maneira de escapar a pressão económica negativa, fazendo acreditar politicamente ao Povo que
tudo está controlado e não aceitando a realidade que é bem diferente.

Por exémplo, quando um país chegar a um ponto de não poder pagar as despesas e gastar mais do que está
produzindo, aumenta – se o deficit e, fica com um saldo negativo,  resultando num diclínio do nível de vida da sua
população e até pode levar mesmo a um caos  e economico  e a desestabilização social.

Há bem pouco tempo, assistimos o desenrolar de tudo isso num país soberano como foi o caso da Grecia que o
governo praticamente, perdeu a independência económica, ficando praticamente arruinado.

O que passou  na Grecia, pode acontecer noutras paragens se medidas apropriadas não forem tomadas.  Falando de
medidas,  o  primeiro  passo  devia ser: gastar menos e não  mais do que a sua receita.

No outro lado da Europa, fica a Península Ibérica, englobando dois países históricos, Portugal e Espanha mas,  de
diferentes condições económicas.

Segundo muitas fontes,  o governo portugues  tem estado sob pressao de alguns  partidos  politicos incentivando – o
a controlar melhor a economia,  evitando aumentar o deficit economico que está avançando com passos gigantes e  
aumentando a cada dia mais,  mesmo  assim, o governo diz  que tudo está caminhando bem e melhor.

Segundo o TSF,  um jornal on line de hoje,   uma comissão europeia de fiscalização já está de malas arrumadas para
Portugal onde vai fazer uma espécie de auditoria económica, tentando envitar uma quebra total do tesouro como
aconteceu na Grecia.

Analizando um pouco as relações económicas entre paises, como por exémplo, entre Cabo Verde e Portugal,  que por
sinal até o momento continua aparaentemente sólida -  mas que pode mudar facilmente -  onde haja uma
interdepencia economica, se assim se pode chamar, deve se fazer uma política inteligente e defender os verdadeiros
interesses  do povo e evitando  as consequencia dessas nefastas ondas economicas  que estamos presenciando.

Seria de muita importância que  medidas económicas preventivas  reais e sólidas,  sejam implementadas o mais cedo
possível,  evitando ou minimizando de anti-mão uma desestabilização económica que a todos podia ou vai afectar.
Quinquim
Randolph USA
www.topicos123.com
Oct 12, 2010

                           COMUNIDADE x GOVERNO

As potencialidades economicas da ilha do Fogo em Cabo Verde quando bem implementadas e exploradas,   são de
importáncia vital para o desenvolvimento que   podem catalizar economicamente esta bela ilha a um nível superior
comparado com o actual.

Por exémplo, na freguesia de Santa Catarina   as possibilidaes ainda são maiores por causa do símblo da ilha que é o Vulcao
de Fogo;  com um ambiente propício e singular,  mas que ainda infelizmente  não está sendo bem aproveitada,  devido a
vários constrangimentos e  precárias decisões politícas, ou mesmo até uma  falta de interesse  nacional por causa de
disiformação ou ambiguidade de varias ordens, como  falta de  um programa estruturante e compreensivel da parte dos
responsaveis locais e também o desinteresse de uma boa parte da comunidade que ainda náo está a acrerditar nesta  
viabilidade economica desta promissora localidade .

Analisando um pouco a conjuntura  social e económica global  de todos os Santacatarinenses, quer na diáspora ou em Cabo
Verde, não se corre o risco de dizer que não haja falta de  potencial humano e económico para fazer um desenvolvimento   
hamonioso e lucrativo  desta freguesia.   

Os Santacatarinenses, devem  unir e acreditar que são capazes de fazer  muito mais sem esperar  que qualquer um governo
vai solucionar por si próprio o  arranque do seu desenvolvimento.

Em todas as comunidades prósperas e progressivas o sector privado foi e continua a ser a pedra angular do
desenvolvimento.  

Se  se ter em conta que o turismo  pode positivamente contribuir   para o desenvolvimento,  criar empregos,  e
consequentemente melhorar as condições    de vida  da comunidade ou da população -como já tem dado provas noutras
localidades - maior prioridade e facilidade deve ser dado no processo de incentivação,  ou até   desenvolver  uma campanha
de informação nacional e internacional à base de um  bom marketing,  sublinhando as  excelentes condições naturais,  
(turisticamente falando)   explicando as perspectivas e vantagens  que os eventuais investidores ou parcieiros podem vir a
ter,   limitando ou  isentar  mesmo a dificuldade burocrática governamental   o resultado seria bem vantajoso.

Em qualquer estrutura politica, o lobbing ou a diplomacia, é uma arma ou vantagem que a comunidade tem para fazer  com
que os politícos  priorizem programas que podem acelerar e elevar o nível de vida da comunidade.  O fáctor voto é
determinante  na escolha dos representantes  que vão concretizar o mandato oficial;  por isso e a despeito das diferenças   
o melhor caminho, seria acreditar naqueles que já deram provas   ou nos que sinceramente podem pôr o interesse da
comunidade acima do interesse partidário ou pessoal.

Muitos dos Santacatrinenses, sabem do potencial turístico da localidade de Casinha e Fajã que fica na orla marítima,   uma
localidade excelente e histórica  que infelizmente  ainda não tem uma boa  estrada   esperando o dia para ser transformada
e aproveitada.  

Segundo  uma fonte    alguns investidores ainda anónimos,  jã estão trabalhando num projécto para a construção de um
hotel e um espaço de lazer, -
ver fotos do projécto- nesta mencionada localidade, esperando que apareça outros potenciais
investidores  e o governo vai entender, criando estradas  ou melhor acesso,    desburocratizar mais  para que haja uma
coexistência melhor  entre todos os interessados.
Tudo isso  é possivel com um concenso comunitário  e também com incentivação e apoio do   governo para que os
obstáculos e a politiquices sejam removidos e ter em conta o verdadeiro interesse de todos Santacatarinenses.

Quinquim
Randolph USA
www.topicos123.com
Nov 3, 2010
DEMOCRATAS x REPUBLICANOS

O panorama político Norte-americano, mudou radicalmente nas eleições do meio termo de dois de Novembro, de dois mil e
dez,  inflingindo uma pesada derrota aos democratas e deixando o Presidente Obama a reflectir de como vai fazer face às
fortes ondas vermelhas republicanas que inundaram a Casa dos Reprensentantes e o Senado que há dois anos - apareciam
quase camufladas e  aparentemente inofensivas - mudando por completo o ambiente político.

O contra ataque dos repúblicanos foi tão forte que conseguiram tomar o control da Casa dos Reperesentantes com uma
maioria esmagadora, e superaram até   favoraveis previsões ao elegerem  muito mais dos trinta e nove assentos que
esperavam conquistar; calcula-se que pode atingir sessenta assentos ou mais.
Também no Senado, os democratas   perderam alguns lugares, mas não perderam a liderança dando o governo do
Presidente Obama algum espaço político de manobra.

O efeito ou as influências da extrema direita da ala repúblicana, ou o Tea-Party,  não foram tão prejudiciais como alguns
analistas políticos prognosticaram,  mas bem pelo contrário;  na Florida por exémplo,  conseguiram eleger o pouco
conhecido  mas vibrante e inteligente Sr.Marco Rubio, como senador federal, Sr.Rubio, filho de exilados da Cuba, é
considerado por muitos como o possível e futuramente   número um no Partido Repúblicano.

O poder de voto, e a incógnita política,  ás vezes contrapõem duma maneira interessante  tendo em conta a necessidade
dos eleitores ou da comunidade que as vezes deixa muitos políticos a reconsiderarem plataformas e directrizes a seguir,
porque sabem que acima de tudo, o interesse ou o bem estar  popular é determinante para a victória.

O que aconteceu nestas eleições aqui nos USA, foi considerado como um terramoto político e é a causa do
descontentamento popular e da performance governanmental - sobretudo economicamente falando - que não conseguiu
atempadamente uma solução satisfatória, e talvés também, uma certa apatia política de prever o out-come ou o futuro das
coisas.

Em Massachusetts, um estado que tem dado excelentes exémplos de tudo isso, com uma democracia sã,  liberal  e
comunitária, há bem pouco tempo também sofreu um terramoto político ao eleger o  pouco conhecido,  Senador Scott
Brown, do Partido Repúblicano, para ocupar o lugar do inesquecível e imbatível, Senador Kennedy, um grande homem
democrático, deixando os políticos especialmente democratas num  estado de choque, tentando entender o que passou,  
mas  em vez de desesperar, reconsideraram os erros cometidos, reagruparam de uma forma extremamente inteligente e
prepararam para o próximo embate nas urnas ou seja ontem   dia dois de Novembro.

Com uma máquina política poderosa e cientificamente preparada, os democratas do Massachusetts conseguiram uma
proesa quase impossível de conseguir ao eleger o incunbente e formidável candidato Governador Duval Patrich, e não só
isso, mas venceram em todos os cantos politicos, ou todos os distritos em Massachusetts, contrariando assim os planos
dos repúblicanos e de muitos espertos da politica.  

Portanto entramos numa nova página da política Americana, que sem margem para dúvida, vai influenciar muitos governos
noutros países, alterando os lances ou esquemas politícos na maneira de como lidar com este governo que ficou
praticamente mais emagrecido, mas à semelhança doutras grandes eleições nos USA, é possível um come back do
Governo Obama em dois mil e doze, mas tudo depende ou vai depender do poder do voto e do estado economíco da nação.     
Quinquim
Randolph USA
www.topicos123.com
GUERRA DE DINHEIRO

O nome ou título deste artigo pode aparecer estranho para alguns, mas o seu significado é real e afecta toda gente de uma
maneira ou outra.

A economia ou o dinheiro, é o motor da sociedade,  ela é fundamental,   regula ou desregula o crescimento e desenvolvimento
económico e influencia o nível de vida da comunidade humana.

A escala científica ou o posicionamento económico de um país, mostra o seu crescimento, retrocesso, e o grau da sua
independência economica no relacionamento com outras nações.

Os chamados países desenvolvidos e os super-desenvolvidos  como muitas vezes são chamados, estão escalonados  
cientificamente num  quadro de países economicamente independentes que podem manter se a  si mesmos. Esta afirmação
em certa medida pode não estar cem por cento correcta  porque tudo o que existe, está relacionado; depende  do  equilíbrio  
universal das coisas.

Por exémplo, neste momento a economia mundial está passando por uma grande turbulência macro-económica causada
por decisões politicamente erradas, e pelas disparidades exsitentes entre ricos  pobres.  

Alguns  países estão crescendo economicamente como é o caso do Brasil, China e Angola, mas ao mesmo tempo muitos
outros paises estão retrocedendo,  endividando,  gastando muito mais do que estão produzindo são os  casos de muitos
paises  na Europa,  como a Grecia, Portugal, Espanha, Irlanda  etc,     perdendo paulatinamente a independência económica
não sabendo ao certo a maneira de recupera-la.  

Voltando a guerra de dinheiro, a riqueza de um país está nos recursos naturais e humanos que ela tem, a sua produção
anual    Produto Nacional Bruto “PNB”, é uma  indicação do seu crescimento, mas não só isso, há que ter em conta outros
parámetros,  uma boa governação e uma política social progressiva e estruturante  de fazer com que este out-put seja  bem
dirigido a ponto de elevar o nível de vida da sua sociedade.

Nos países onde os recursos naturais não são abundantes, o capital humano é determinante para seu desenvolvimento  e a
sua sobrevivência,  como é o caso de  Cabo Verde que é um país onde a sua  diáspora ou a emigração é fundamental e
mesmo crucial para seu desenvolvimento.

A disparidade ou o desequilíbrio  da cotação de valores de divisas entre países não mostra bem - a olho nú,  o que
verdadeiramente está passando politicamente nos bastidores da economia e poder mundial.

Os países que estão encostados,  ou os que suas divisas monetárias não são reconhecidas na maioria dos mercados
internacionais  ainda estão muito mais dependendes financeiramente da performance económica  de outros países, criando
assim uma incerteza económica  onde os investidores,  vão considerar estes fáctores antes de fazerem seus investimentos,
resultando assim possivelmente num retrocesso económico e consequentemente declínio no nível de vida da população.

O Dollar americano, o Euro europeu, o  Yuan chinês, o Yen japonês, o Real brasileiro etc,  estão em constante luta a cada
momento, sem trégua noite e dia,  fazendo com que estes mesmos países ganham ou perdem principalmente nos
investimentos, nas suas exportações, importações e em muitas outras áreas.

A China,  foi o país que mais cresceu economicamente nos últimos vinte e tal anos, ela está  apreensiva com a cotação do
dollar Americano.  Sendo a China  um país com uma economia em pleno crescimento mas que tem uma divisa extremamente
baixa, comparado com outras divisas, está precupada com o diclínio do dollar porque sabe  que isso vai prejudica-la e tem
representantes negociando  na Europa com  Portugal e outros governos o endividamento destes países, comprando essas
dividas com um alto índice de retorno, assegurando assim um lucro certo e positivo.

Os USA, há bem pouco tempo através do governo de Obama  disse que a China,  deve valorizar mais a sua divisa para poder
criar um clima de melhor competividade nos mercados internacionais mas a respota que obteve do governo chinês,  foi um
não imisquir nos assuntos internos do seu país.

Em contrapartida, na semana passada o Governo de Obama, lançou  só de uma vez no mercado financeiro cerca de
oitocentos bilhões de dollars,   estimulando assim o mercado financeiro, tentando travar a apreciação ou valorização do
dollar no estrangeiro para facilitar as exportações norte-americanas, com esta jogada,   foi criticado   pelo Governo Alemão,  
sabendo assim que a Uniao Europeia não vai beneficiar com o dollar em declínio.

Neste momento da redação deste artigo, www.topicos123.com, tem informação que o Governo Brasileiro, está descontente
com este lance ou  táctica do Presidente Obama de injectar bilhoes de dollars no mercado,  e está a considerar represálias
para travarem o aumento ou a cotação do Real brasileiro que tem estado apreciando ultimamente.

O xadrez da política económica mundial  é interessante e complicada,  dependendo de vários factores e decisões politicas,
por exemplo, muitas pessoas pensam que a desvalorização ou baixa cotação da divisa de um pais é sinal de fraqueza,  mas
o oposto é certo, porque baixa cotação, pode significar melhor chance de exportarção de mercadorias consequentemente  
criando assim mais empregos.

Num país em vias de desenvolvimento ou pobre como é o caso de Cabo Verde, tudo isso vai afectar de uma maneira ou outra,
apesar de alguns analistas financeiros e de alguns membros do governo em Cabo Verde,  disseram ao contrário  porque o
sistema finaceiro é diferente.  

Quando um país está criando um déficit constante, contraíndo dívidas e emprestimos com alto juro, seria mais prudente, ter
cautelas para mudar um pouco os planos ou contingências preventivas à luz da realidade económica mundial e dar mais  
atenção à afirmação ou uma especie de alerta, do Presidente da República que diz:  “poucos” são os que têm ideia das
“debilidades” de Cabo Verde, em que muitos vivem acima das possibilidades e que não se pode continuar a ter “expetativas
de país rico” fonte  http://www.rtc.cv.

A guerra de dinheiro ou monetária mundial, vai continuar por algum tempo, isso demostra que nenhum país está totalmente
protegida por estas vagas altas que tem invadindo o mercado  financeiro nacional e internacional.

Joaquim Fontes - Quinquim
Randolph USA
www.topicos123.com
Nov 5, 2010
25 Mar 2011
                                                  ASSIM VAI A EUROPA

A profunda crise financeira e governamental que está atigindo Portugal vai demorar por vários anos podendo até piorar no caso
se a Espanha seguir o mesmo caminho ou a política governamental de não pedir ajuda como passou com seu vizinho Portugal.

A política de "o que era ontem mentira  é hoje verdade" não funcionou neste governo portugues.

O governo de José Sécrates finalmente não conseguiu aguentar a pressão das ondas nefastas da economia mundial e acabou
desistindo pedindo sua imidiata demissão – no entanto - era previsível por muitos dos seus adversários políticos e pelo público
em geral.

O que o governo do Sr. Sócrates devia fazer, era conduzir o povo português nestes mares altos da economia mundial a um nível
de vida mínimo de progresso aceitando a necessária ajuda externa como se fosse uma tábua de salvação nacional.

Na política as decisões  prioritárias devem ser previstas atempadamente, o orgulho pessoal ou da minoria, deve estar sempre
secundário aos interesses prioritários do povo ou da comunidade.

O Presidente da República de Portugal Sr.Cavaco Silva, esteve por muito tempo diambulando entre a percepção e a realidade
não tendo a decisão ou coragem   de pressionar o governo para mudar de rota, evitando um catástrofe económico certo que
está arrastando  economicamente este país.

Segundo muitas agências financeiras a divida soberana portuguesa aumentou nos últimos tempos e superou todos os cálculus  
podendo ultrapassar mais um juro de oito por cento.

O efeito dominó da nefasta onda económica europeia era altamente previsível depois do desmoronamento financeiro que
ocorreu nos EUA país este que é o pilar da economia mundial.

Os exémplos da Grecia, da Irlanda e agora de Portugal, demonstram claramente que políticas ou decisões erradas  e com
poucas inovações radicais resultaram  em um caos social e economíco nestes países que ficaram com um alto preço a pagar
e  dependentes de outros governos que de alguma maneira também estão com  um futuro económico  incerto pondo mesmo em
causa a divisa da Comunidade Europeia.

Tudo isto vai ter repercursões negativas  em muitos outros países.  Ainda hoje  data deste artigo, segundo a agência Lusa um
alto funcionário do governo disse: “O secretário de Estado da Cooperação de Portugal, João Gomes Cravinho, anunciou hoje, à
chegada à Guiné-Bissau, que já não vai ser assinado o Programa Indicativo de Cooperação (PIC) com aquele país, devido à
demissão do governo em Lisboa”.

A agravar mais a situação económica mundial nestes últimos tempos, são os acontecimentos que abalaram Japão,  
martirizando seus habitantes e deixando o país praticamente em ruinas,  Japão é um país altamente forte economicamente
falando.e a juntar  também o caos e a critica situação política na Lúbia  um país africano com um alto recurso petrolífico  de que
muitos paises  dependem,  tudo isto vai prejudicar ainda mais paises que estao em apuros financeiros.

A integração da economia e produção mundial desta maneira concebida tem consequências negativas quando algo de anormal
passa em qualquer  outro/os pais/es como é o caso acima  citado.

Por exemplo, na área da electrónica o Japão  é mesmo um gigante; se num outro país uma empresa que depende da produção
japonesa precisa de abastecer de produtos nesta área ela vai ter dificuldades de manter a sua constante produção  e transação
por causa deste factor e neste caso vai ter que readicionar e tambem mudar o custo e procurar outros fornecedores para poder
competir no mercado nacional e internacional.

Sendo Cabo Verde um país altamente dependente de Portugal - economicamente falando - esta realidade portuguesa vai afectar
a economia Cabo-verdiana de muitas maneiras, as empresas já não vão poder fazer “business as usual” vão ter que repensar a
continuidade para poderem sobreviverem, isto como é obvio, vai reflectir negativamente de uma maneira ou outra no nível de
vida da população Cabo-verdiana.

Cabo Verde tem condições humanas e naturais para colmatar ou aliviar este possível retrocesso económico negativo,
confiando e unindo mais  os Cabo-verdianos quer no país e na diáspora.

Nossos governantes devem acreditar mais nos nossos  recursos e capacidade humana e aproveitar e saber negociar estes
recursos directamente com países economicamente estáveis.

Cabo Verde tem uma vasta costa com cerca de duzentos quilómetros de orla maritima que se for bem aproveitada poderá
trazer incalculáveis benefícios à sua economia.

Na área de turismo temos potencialidade de estar melhor se se fizer uma forte campanha de maketing no estrangeiro sobre as
nossas paisagens naturais,  podemos trazer turistas de todos os continentes ás nossas ilhas e criar empregos e melhorar o
nivel de vida da população.

Devemos repensar nossas prioridades num contesto mais alargado e global e não partidário e aceitar críticas construtivas da
direita, do centro e da esquerda ou donde vier.

O elenco governamental do Primeiro Ministro, Dr. Jose Maria Neves, trouxe algumas inovações e também algumas surpresas,  
por exémplo, neste ambiente político - económico que estamos atravessando e tendo em vista a economia e  poupança e outros
parámetros politicos a sua equipa aumentou em véz de diminuir nao houve um “down size” como costuma se dizer o que seria
de esperar  tendo em vista fáctores importantes como a nossa capacidade geográfica e o nosso recenseamento demográfico,
talvéz haja alguma explicação positiva para isso.

Saimos há bem pouco tempo das eleições legislativas que retratou o país no mundo inteiro, elevando a  capacidade
democrática na nossa democracia que deve continuar sempre procurando progresso e melhor nível de vida  para o  Povo, cabe
aos governantes posicionar cada peça do xadrez politico baseando na capacidade  intelectual de cada um e dando tudo de si
mesmo para ver se vai aguentar estes vendavais políticos e destas negativas ondas negativas da economia mundial..         

Joaquim Fontes - Quinquim
Randolph USA
www.topicos123.com   
28 Dec 2011
REFLEXOS COLATERAIS DA ECONOMIA MUNDIAL

Parece que a queda livre do Euro vai continuar com a inceteza dos paises que compõem a Comunidade Economica Europeia a
ficarem cada vez mais debeis, econonomicamente falando; começou com  a Grecia, depois Irlanda, atingiu drasticamente a
Península Ibérica, deixando os dois paises, Portugal e Espanha forçados a trocarem de governos mas mesmo assim não
resolvendo praticamente nada, gastando para além dos seus recursos, cortando nos mais frágeis e seguindo a  mesma  política
de beneficiar os ricos e multi-nacionais, acabando com a chamada classe media  e deixando os pobres cada vez mais pobres.

Desde a  criação da CEE, o Reino Unido ou a Inglaterra, manteve relutante, talves ja tinha previsto as consequências não alinhando
com o Euro que esta ficando cada vez mais fraco e problematico no seu funcionamento como uma unidade monetaria credivel a
nivel mundial.

Agora é a vez da Itália cair, uma nação que foi um Imperio Mundial com os Romanos mas que agora, tem que encostar para
sobreviver, imagina lá.

A França, tremendo de medo, deve estar, marimbando na ponderosa Alemanha que alguns anos passados, ficou praticamente
destruída e dividida mas mesmo assim, conseguiu subir vertiginosamente ficando praticamente capital economica da Europa e
quem sabe do mundo.

Ora o que está passando na Europa é nada mais nada menos  do que uma colonização económica destes paises que ficaram
sem outras alternativas a nao ser, hipotecando suas cabeças com  um futuro financeiro incerto que pode demorar muitos anos.

Até ainda o Povo está  aguentando civicamente, exceptuando a Grecia que já experimentou momentos de alta tensão com crises
economico-sociais altamente explosivos e desfechos imprevisíveis, nenhum país, está isenta destes fenomenos, é so  ver os
disturbios que ocorreram em Iglaterra e as manifestacoes pacificas que estão ocorrendo nos EUA, realçando a disparidade entre
os favorecidos e os desfavorecidos.

Resta saber como vai reagir a sociedade nestes paises colonizados economicamente que estão aguentando até o limite das
suas forças sem sairem nas ruas, para reivindicar seus direitos e fazendo cair governos  sem contudo poderem criarem ou
atingir uma igualdade socio economico mais equilibrado entre os ricos e pobres onde as riquezas seriam mais bem destribuidas
com mais equidade,  evitando assim uma possivel caos na sociedade com efeitos colaterais global.

A economia Cabo-verdiana nunca esteve blindada como dizem eh uma economia que baseia simplesmnte no dar e receber, ela
vive praticamente da importacao portanto qualquer desturbio economico noutros paises antigira Cabo Verde de uma maneira ou
outra.

O que se pode fazer de um ponto de vista prático, num país que praticamente vive da emigração, é ser totalmente politicamente
transparente, enfrentando a crise com um programa social apropriado e com uma austeridade de governação orcamental
reduzida nos gastos do Governo, possibilitando a classe mais pobre uma sobrevivência condigna e uma margem de continuidade
prolongada e de um nível de vida que retrata melhor Cabo Verde.

Joaquim Fontes - Quinquim
Randolph USA
www.topicos123.com
30 Julho 2011

ALERTA ECONOMICA MUNDIAL

A crise económica que o Governo Americano, vai atravessando estes dias ou melhor dizendo a de  falta de um concenso que
satifaz os Democratas e os Republicanos nos EUA, está sendo mesmo perigoso, visto as duas partes envolvidas até hoje 30 de
Julho 2011, ainda não concordaram na maneira de como resolver esta polémica financeira e social praticamente nunca dantes
visto desta maneira.

Se qualquer pessoa, está pensando que é um problema Americano, está  redondamente enganada.

O governo dos EUA,  está gastando para além da sua receita mas, isso não é de estranhar porque quando um país, está
envolvido em três fretes de guerra que vem durando mais de uma década não é  para menos que a sua economia não vai sofrer.

Segundo analistas o déficite Americano já passou mais de treze  trilhões de dollars; quer dizer que o Governo está
emprestando a um ritmo acelerado  e pouco está  fazendo para reduzir o seu gasto.

Sem margem para dúvida o nível de vida económico  e seu poderio military  é inigualavel até agora; já salvou a Europa, Asia,
Africa muitas vezes;  é só lembrar  na Alemanha facista do Itler para se ter uma visão consciente da realidade.

Vendo a história dos velhos países imperialistas  que afunadarm talvez por má governação ou por outras causas,  como foi o
caso da Roma, e outros, especialmente o da URSS que ocorreu recentemente, pode se ver como uma política de desigualdade
social pode levar a um desmoranamento de qualquer uma nação.

O experimento da democracia Americana, é singular em muitos aspectos porque traduz no nivel de vida do seu Povo que é
cobiçado mundialmente de uma ou outra maneira.

Por exémplo a China que é um concorrente de America, economicamente falando, tem visto um grande aumento na sua
economia mas não se pode comparar ou igualar a economia Americana.

Vejamos, a China é o pais que tem mais população no mundo, ela tem grande numeros de emigrantes em quase  todos os
cantos do mundo ela exporta a sua emigração.

O rendimento per capita da população Chinesa,  é extremamente baixa enquanto o da população Americana, é muito alto.

Nos últimos anos a China,  foi o maior consumidor de aço  isto traduz no seu desenvolvimento económico que está a um rítmo
acelerado mas, tendo em conta a sua capacidade geográfica e a sua política social dificilmente, vai ter um desenvolvimento
total nos próximos anos comparando com os EUA.

Voltando a realidade da crise económica Americana principalmente do Governo de Mr . Obama que está quase no fim do seu
primeiro mandato ou seja quatro anos, não se pode dizer  que foi sem grandes turbolências principalmente no salvamento das
insituições económicas que ele tentou recuperar e que não surgiram grandes efeitos segundo  muitos analistas na matérial, é
só ver actualmente a grande percentagem do desemprego ainda reinante neste país.

Os Republicanos e Democratas, estão jogando uma partida altamente economicamente explosiva  que pode desmoronar a
economia mundial.

O Senador Republicano Mc Cain, considerado um maverick e muito respeitado tanto pelos Republicanos como os Democratas,
disse que o Congresso e o Senado já deviam ter solucionado este problema que está a denegrir a política financeira Americana.

O Governo de Mr. Obama,  tinha o Senado e o Congresso  no seu lado.  -  os Americanos, parecem que não gostam de esperar -  
mas pouco tempo depois, perdeu  o Congresso.    Os Republicanos reorganizaram politicamente e tomaram conta do
Congresso desigualando a balança do poder.  

O que sucedeu já era esperado  por muitos com o descontetamento de uma grande parte do Povo que, ficaram sem empregos,
perdendo suas casas e suas economias.

Ponderando um pouco esta sintuação, a Ala Republicana, chegou ao poder duma maneira especial, englobou nas suas fileiras  
o chamado Tea Party que também é  Republicana mas da extrema direta que, está fazendo vida cara ao Governo de Mr. Obama.

Os Republicanos não querem alinharem em muitos  projéctos do governo dos Democratas, querem acabar por exémplo, com o
Seguro Universal da Saúde em América, alegando que subiu demasiadamente a dívida deste  país, enquanto a maioria dos
democratas,  disseram que este programa vai poupar o governo dinheiro  em muitos aspectos diminuindo seu custo e
funcionamento burocrático.

O que estes dois partidos, estão concordando, é que a  dívida Americana,  tem de ser diminuida mas, não estão a concordar na
maneira ou método da sua diminuição.

Os Democratas querem aumentar impostos ou taxas nas pessoas que ganham mais de duzentos mil dollars anuais,
arrecadando assim divisas para afrouxar a dívida pública do governo, emprestando menos, enquantos os Republicanos,
alegam-se que mais taxas é traduz se em menos empregos.

Já falta pouco o tempo para solucionar este dilemma, muitos estão a dizer que não vai haver um acordo ou um concenso
deixando o Governo Americano sem dinheiro para funcionar normalmente.

O que está  acontecendo tem refléxos  mundial se o Governo Americano não vai ter dinheiro para custear suas despesas então
vai surgir um caos económico geral, tanto nacional como internacional.

As instuições financeiras vão subir os juros de pagamentos, as hipotécas, vao sofrer negativamente  e muitos vão perder suas
casas, o Wall Street e Dow Jones, que são os nervos da economia mundial vai ficar num estado de alerta total com a corrida
das pessoas, tirando suas economias  investidas nestas instituições financeiras e com um autocome imprevisível para a
economia mundial nunca dantes visto.

O prazo ou debate desta polémica económica e social, é até dois de Agosto próximo, para os fieis, ou os que acreditam numa
outra força das coisas talvez, orar é melhor coisa a fazer para evitar o pior.

Segundo BBC  “A possibilidade de que os Estados Unidos entrem em moratória se não conseguirem um acordo para elevar o
teto da dívida pública do país já não é um cenário improvável”.

Para terminar, pessoalmente, nao acredito que isso vai acontecer, as duas partes vão permanecer num censo comum de
evitar uma catastrofe economico mundial.

P. S. segundo muitas Agencias Oficiais de Noticias vai os Democratas e os Republicanos vao chegar a um concenso ou acordo
hoje 31 de Agosto a fim de elevar a divida Americana para que o Governo poder custear despesas ou por outra maneira,  
business as usual.

Joaquim Fontes - Quinquim
Randolph USA
www.topicos123.com
31 Agosto 2012
                                 POLĺTICA DINHEIRO E DEMOCRACIA

As convenções presidenciais  politicas norte americanas para escolherem candidatos partidários entre os quais um ou
uma que vai ocupar a Casa Branca  sem duvida nenhuma, são as mais  dispendiosas do mundo.  Calcula se que este ano
o custo  da corrida presidencial nos EUA vai bater o record de sempre ou seja mais de dois Bilhoes de dollars  estão
sendo gastados para sustentar este jogo político democrático.

A Convenção Republicana terminou ontém  dia 30 de Agosto, na cidade de Tampa, em Flórida e culminou como era
esperado com uma pomposa ceremónia final.    Mitt Romney,  foi nomeado  cadidato oficial do Partido Republicano, uma
candidatura  forte que vai enfrentar o Presidente Obama  nas eleições finais em Novembro deste ano.

Antes do discurso de Mitt Romney, usou da palavra o famoso actor cinematografico East Clintwood, que com o seu
conhecido clip Go Ahead Make My Day, apoiou incondicionalmente seu amigo Romney.

Por fim o famoso Senador Marco Rubio, filho de pais exilados cubanos que teceu um emocionante historial sobre a sua
familia na Cuba e nos EUA, dizendo que para ele o sonho Americano foi realizado e também estabeleceu um paralelo
político entre Mitt Romney e Barack Omama, explicando que o governo de Obama não trouxe desenvolvimento para os
EUA durante estes quatro anos de governação.

Por fim, foi a entrada triunfal do nomeado Mitt Romney, que usou um discurso cauteloso mas que foi considerado na
essência por muitos como um preâmblo positivo para uma possível  victória política na corrida  para Casa Branca.  A
dado  momento, depois de falar um pouco da sua exemplar família e da sua carreira professional  e politica ele disse que
o governo de Obama, teve chance de fazer mais e melhor mas, por motivos de inexperiência própria em business, não
conseguiu o objéctivo que todos esperavam que era trazer prosperidade para o povo Americano.

Logo a seguir a convenção dos republicanos,  os democratas também, vão fazer a festa de oficializar  Obama,  como
candidato oficial do Partido Democrático para enfrentar seu oponente Mitt Romney, que como era esperado, ganhou uma
maior expansão politica nesta convenção.

A democracia Americana nao é perfeita mas, funcinou positivamente durante todos estes anos  porque tem fundamento
democratico e é baseado na liberdade social e no seu pluralismo livre de ideias garantidos pela sua Constituição  que,
está sendo cada vez mais refinado.

Vai ser uma luta política titánica entre estes dois candidatos, muito diferente em muitos aspectos  em relação as últimas
eleições em que o actual Presidente Obama, ganhou e que foi apoiado por uma maioria satisfatória, e visto como um
possível salvador da Pátria, devido a catastrófica política republicana do anterior governo que este país encontrava.
Diferentes factores de interesse estão influenciando grandemente as duas partes, os republicanos estão duramente
criticando a politica económica do actual governo dos democratas que não conseguiu diminuir satisfatoriamente o
desemprego e sobretudo aumentando astronomicamente o deficit nacional com a implementação do programa federal
de saúde que segundo eles vai penalizar uma boa parte da sociedade  Americana de  muitas maneiras, programa este
que os democratas e mais, consideram a pedra angular deste actual governo.

O Presidente Obama vai ter  na frente desta vez um oponente fresco e poderoso que vai fazer tudo para a conquista da
Casa Branca,  até a religião está sendo interviniente nestas eleições como um fáctor fundamental político para os
republicanos com as bendições da igreja Mormon que é a religião de Mit Romney e dum Bispo Católico  representando
esta religião, tudo isso para facilitar a victória deste candidato presidencial.

Pelo lado dos democratas, o xadrez politico desta  eleição está sendo realçado mais no salvamento da economia
Americana que depois de um colapso  grave económico, herdada na outra administração e que quase desmoronou a  
economia nacional e mundial, deixando marcas profundas que continuam pairando ou reflectindo na economia global
mundial.

Um outro aspécto positivo  do governo de Obama, tem a ver com a politica internacional dos EUA  nos conflitos bélicos de
Iraque e Afagnistão que o Presidente Obama, tinha prognasticado que seriam resolvidos dentro de um tempo certo que
afinal está sendo concretizado. Também não se pode esquecer a captura e execução de Bin Landen que era o inimigo
número um dos EUA.  

Na politica nacional dos EUA um factor que poderá influenciar grandemente o fiel da balança politica para este Presidente
é o programa social de saúde que os republicanos apelidarem de Obama Care e que estão a jurar que vai desaparcer se
Mitt Romney ganhar, colidindo frontalmente com um anterior programa de saúde quase igual, implentado no Estado de
Massachusetts pelo então Governador deste estado Mitt Romney que este já parece ter esquecido deste benéfico
programa social de saúde.

Muita tinta vai correr neste jogo politico democrático livre, uma coisa é certa, a luta vai ser de igual para igual mas,
descartar a possibilidade de um segundo mandato para Obama seria mesmo uma falha politica.

Joaquim Fontes
7 Mar 2015
FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL DEPARTAMENTO
DE COMUNICAÇÃO
Comunicado de Imprensa n.º 15/90 (P) Fundo Monetário Internacional
PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA Washington, D.C. 20431 EUA
4 de março de 2015
Declaração ao término da missão do FMI a Cabo Verde
O comunicado de imprensa emitido ao término de uma missão contém declarações de equipas do FMI que transmitem
as conclusões preliminares após a visita a um país. As opiniões expressas nesta declaração são as do corpo técnico do
FMI e não representam necessariamente as opiniões do Conselho de Administração da instituição. Com base nas
conclusões preliminares desta missão, o corpo técnico elaborará um relatório que, após aprovado pela
Direção, será submetido à apreciação e decisão do Conselho de Administração do FMI.
Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) liderada pelo Sr. Ulrich Jacoby esteve em Cabo Verde entre os dias
19 de fevereiro e 4 de março de 2015 para conduzir as discussões de 2015 ao abrigo do Artigo IV. A missão reuniu-se
com a Ministra das Finançase do Planeamento Cristina Duarte, com o Governador do Banco de Cabo Verde João Serra,
com outras autoridades, parlamentares, representantes da sociedade civil, parceiros de desenvolvimento e
representantes do sector privado. A missão gostaria de agradecer às autoridades pela excelente cooperação e gentil
hospitalidade.
Concluída a missão, o Sr. Jacoby fez a seguinte declaração:
“Em 2014, a economia de Cabo Verde mais uma vez teve de navegar águas turbulentas, e estima-se que o crescimento
económico tenha registado apenas uma ligeira aceleração.
A recuperação na Europa — da qual a economia cabo-verdiana é fortemente dependente —continuou frágil. O turismo
declinou pela primeira vez em muitos anos, dado que o surto de ébola na África Ocidental afastou temporariamente os
turistas no terceiro trimestre de 2014,
embora Cabo Verde permaneça livre da doença. Do lado positivo, as exportações de bens —sobretudo peixe —
apresentaram forte crescimento, as remessas permaneceram estáveis e o investimento direto estrangeiro recuperou
perto do final do ano. Com reservas internacionais robustas e estabilidade de preços, a orientação da política monetária
foi acomodatícia na medida apropriada em 2014. Contudo, o crédito ao sector privado estagnou, uma vez que o
excesso de liquidez está a enfraquecer a transmissão da política monetária e os bancos estão onerados pelo grande
volume de créditos mal parados devido ao recente abrandamento económico.”
“Para 2015, prevê-se uma aceleração mais acentuada do crescimento, como reflexo da continuidade da recuperação na
Europa, retoma do turismo, aumento do investimento direto estrangeiro e descida dos preços do petróleo. Existem
também indicações de retoma dos  empréstimos bancários ao sector privado, à medida que economia faz progressos na
superação do sobre-endividamento.”
“A missão saúda o Banco de Cabo Verde pelo aligeiramento adicional das condições monetárias em fevereiro e pelas
medidas tomadas para facilitar a resolução dos créditos mal parados, apoiar o crescimento económico e reiniciar a
concessão de empréstimos bancários ao sector privado. Para 2015, a missão prevê a continuidade de uma evolução
benigna em termos de inflação e reservas internacionais robustas, dando margem a que a política monetária permaneça
acomodatícia por algum tempo. A paridade cambial ao euro continua a ser uma âncora apropriada para a política
monetária.”
“Fatores exógenos vieram a complicar as perspetivas para a dívida pública. A dívida pública de Cabo Verde é altamente
concessional e os indicadores do serviço da dívida mostram que o país permanecerá numa posição confortável para
efetuar o pagamento do serviço da dívida no futuro. Contudo, o stock da dívida em relação ao tamanho da economia
aumentou mais do que o previsto, devido ao crescimento mais fraco nos últimos anos e à depreciação recente do
euro, o que indica uma elevação dos riscos para a dívida. A missão saúda as autoridades pela sua determinação em
mitigar estes riscos sem demora, através da contenção dos gastos correntes e da postergação ou redução dos
investimento públicos com financiamento externo nos próximos anos. Com uma margem reduzida para o investimento
público, será ainda mais importante aumentar a eficiência do investimento público através do rigor na avaliação de
projetos e seleção daqueles que proporcionarão o melhor retorno em termos de crescimento
nos próximos anos.”
“A missão louva os esforços contínuos para melhorar o desempenho das empresas públicas, que prestam serviço de
infraestrutura essenciais para a economia. A introdução de contratos de gestão na empresa de eletricidade e água e na
companhia aérea nacional produziu resultados promissores na melhoria do seu desempenho operacional, um elemento
crucial para restaurar a saúde financeira e reduzir o passivo fiscal contingente das mesmas. A missão considerou
positivo o facto de que o uso de contratos de gestão foi estendido às quatro outras empresas públicas estratégicas em
2014.”
“Para além de aumentar a eficiência do sector público, o crescimento de Cabo Verde a longo prazo depende de iniciativas
para elevar a produtividade. A missão incentiva as autoridades e outras partes interessadas a prosseguir com as
reformas nesse sentido, com ênfase no ambiente de negócios, flexibilidade do mercado laboral, acesso ao
financiamento e educação e formação, para continuar a reduzir inadequação das competências. Tal contribuiria para a
criação de empregos e o crescimento inclusivo do turismo e das empresas locais do sector, bem como para a
diversificação económica. O programa de investimento público de Cabo Verde lançou bases sólidas para o crescimento;
todavia, dada a margem reduzida para o investimento público, caberá ao sector privado assumir um papel de maior
destaque como
motor do crescimento e do emprego.”
Espera-se que o relatório do corpo técnico sobre as consultas de 2015 ao abrigo do Artigo IV seja discutido pelo
Conselho de Administração do FMI no final de maio de 2015

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                                                           CALAMIDADE NA ECONOMIA MUNDIAL









A velha Inglaterra sempre pondera para tomar decisão e desta vez, nem a América conseguiu persuadir o povo inglês para aguentar mais decidindo num historico
plebescito que nao quer de nenhuma maneira ficar na chamada Uniao Europeia UE, vontando fora o actual governo deixando David Cameron sem outra alternativa a
nao ser demitir do governo.

O Comissario Europeu Jean-Claud Juncker disse que os outros 27 paises vão ficar, uma afirmação bastante apressada dado o terramoto politico e economico mundial
que a Inglaterra estava ameançando  já algum tempo.

Esta decisão politica da Inglaterra, provavelmente vai ser muito grave para os outros pelo menos nos próximos tempos com repercursoes imprevisiveis, afectanto
globalmente e  criando uma nova ordem na economia mundial.

A Alemanha, historicamente gosta de impor a sua hegemonia e muitas vezes sem dar conta que quando apertar muito, os outros como a Inglaterra não vao aguentar.

A Grecia, Irlanda, Porugal etc, sabem bem como foram estrangulados e a merece dos alemães, agora, tudo indica a UE vai ficar na historia desmoronando aos poucos
até que apareça outra alternativa.

O fácto dos ingleses nunca desistiram da sua Libra demostrava a relutancia da estadia na uniao e sem esperarem mais, com mais de um milhao de votos, disseram
enough is enough.

Para nós os Caboverdianos, podemos estar tranquilos salvaguardadndo alguns aficionados no Stock Market que para algumas semanas de incertezas e as trafulhices
do investimento economico vão estar no look out mas, de outra maneira se o governo limitar os gastos e nao continuando, endividando o pais só por causa da politica e
promessas falsas, tudo vai estar tranquilo, aguardando pelas ondas nefastas da economia mundial que vai chegar cedo ou tarde as nossas costas atlanticas e se
estamos no nosso lugar podemos surfer bem. Portando o melhor seria prevenir do que remediar.    

J. F
24 Junho 2016