PORTAL DA MUSICA



O Homém num determinado periodo de tempo, aproveitou do som para comunicar;  no principio  ouviu sua propria vóz e outros  
sons naturais, como por exémplo: o ruido de um trovão, ou uma eplosão de um vulcão, ou num tom mais melódico, o som das
ondas do mar, o cantar das aves ou o som de uma melodia, vinda de uma árvore ventilada pelo vento. Depois apareceram.....
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COMEÇO DA MUSICA
CLIPS DE MUSICA CABOVERDIANA
ENCICLOPEDIA DE MUSICA AFRICANA
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Out 3, 2010
                    JOSE LAÇO ARTISTA DA COMUNIDADE

Com uma casa cheia na Sociedade Filarmonica São João,  em Stoughton, Massachsetts, e com um ambiente à morabeza
cabo-verdiana,  o popular artista José Laço, lançou mais um CD  com o nome
Dan Bo Amor que vai fazer parte do seu rico
reportório musical.
A comunidade uma vez mais esteve presente  apoiando este jóvem e conceituado artista que proporcionou aos presentes um
ambiente agradável e harmonioso numa noite amena  e fresca de mais um fim de semana na nossa comunidade.
A música como um instrumento de arte que ela é deve ser mais aproveitada como um veículo de menssagem unindo cada vez
mais a nossa sociedade.
A organização está de parabéns e também o  pessoal do Club São João pela cortesia dispensada a todos os presentes.
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17 Julho 2013
                                      MÚSICA E A COMUNIDADE

A música como instrumento artístico do espirito, da cultura e da convivência, tem a propriedade  de trazer harmonia à vida de
uma maneira muito especial, trazendo lembranças do passado, presente e ás vezes com  algumas ramificações no futuro.  

A música de raiz da ilha do Fogo, faz parte do reportório cultural  dos Foguenses e dos Cabo-Verdianos ela  tem o poder de
atrevessar fronteiras, preservando sempre a identidade  da bela ilha do Vulcão.  

Neste último arranjo artístico musical chamada Passadinha, lançada  ultimamente pelos amigos, Braz de Andrade,  Amadeu
Fontes e Julio Correia,   retrata muito bem o acima citado, veio trazer uma excelente improvização e continuidade á musica de
Djarfogo e de Cabo Verde.
A música como objécto ou tema de aproximação, comunicação, incentivação e sobretudo de divulgação  dentro da
comunidade, deve ser redigida ou pensada com a sociiedade e a comunidade em vista; não devia ter nunca detalhes ou
critícas e emblemas menos positivas que podem afastar uma boa parte da sua audiência mas sim, detalhes sublimes
positivos que podem incentivar e dismestificar o negativismo dentro da mesma.
Muitos artistas regogizam quando o fenómeno do sucesso e da música  espalha se criando uma onda contínua que perdura e,
que em muitos áspectos torna se possivel mais concórdia e melhor entendimento entre todos.

Das doze comopisições que contém estes arranjos musicais destes compositores  acima citados no CD Passadinha, todas
elas englobom  bem dentro da nossa cultura e da nossa sociedade mas, por mim,  as que mais aprecio está o Tempo Dja Ca
Tem Mas e Sodadi Maria Jose, que reflectem mesmo puros sentimentos  da nossa morabeza, como a sodade e distância.

Por outro lado, a Bida de Criolo, do famoso compositor Amadeu Fontes, que fez sucesso, espelha minimamente a vida do
criolo mas, não esqueçamos que muitos vão para além da satisfação musical e, concordam, que a vida do criolo são como
todas as vidas.   
Uma feliz ideia de usar a Passadinha para promover a nossa cultura especialmente os artistas da comunidade que sempre
precisam de apoio e divulgação.
JF
23 Agosto 2013
                                 


A música tem a magia de ultrapassar fronteiras, aproximar culturas e sobretudo animar a mente. É um veículo importante para divulgar culturas e
mensagens especialmente entre os jovens que fazem da música um companheiro constante.  Por isso os ou as artistas da comunidade devem sempre ter
na mente este importante fáctor   dentro da musica para, poderem fazer  uma diferença positiva entre todos.
Um exémplo disso é a artista Maria Neves Leite, a muito conhecida Lutchinha, que sempre tem mantido a sua raiz cultural na musica Cabo-verdiana há ja
várias décadas, tendo actuado muitas vezes junto de grandes nomes da música de Cabo Verde.
Lutchinha, nasceu na ilha de São Vicente,   Cabo Verde, logo de inicio aprendeu a arte musical com seu pai, depois amigo/as por mais de trinta anos,
continuando uma carreira exemplar na música e na comunidade.
Seu primeiro arranjo musical foi chamado Castaninha, um nome peculiar e com algum significado que ela deve saber;  este CD teve muita aceitação.
Lutchinha, tem estado actuando numa banda musical, interessantemente chamada de Cruzamente, um quinteto formado na sua maioria por jovens
feministas e inter-raciais de diferentes nacionalidades.
O proximo trabalho musical de Lutchinha e sua equipa, será lançado brevemente e vai ter um Talaia Baixo ou melhor ainda um Cova Figueira Baixo, com um
estilo rapicante e muito interessante da autoria do conhecido Neves Alves, que de certeza vai ser muito procurado.
Actualmente e em particular, Lutchinha está em Cabo Verde, celebrando mais um  aniversário do seu a quem desejamos Feliz Aniversário e muitos  anos de
vida.
Para mais info sobre o grupo Crusamente acessa  http://www.cruzamente.com/  
ARTISTAS DA COMUNIDADE
09/11/2017
                   NILTON FERNANDES ARTISTA DA COMUNIDADE

Bo Go É Ki, uma música com um rítmo muito quente de Djarfogo, produzido por Nilton
Fernades de Cova Figueira, Fogo, Cabo Verde, que está sendo ouvido e gostado a
cada minuto, com letras lembrando o folclorico Cabo-verdeano, trazendo a memória da
nossa tradição cultural de uma maneira mais ou menos prática que satisfaz muitos
desejos ou gostos das ocorrências criticas que quase diariamente retrata de alguma
maneira muitos aspéctos da nossa cultura.
Um boa produção ou realização do artista Niltom Fernandes e sua equipa que bem
merce elogios do público e fans num bom sentido da palavra que concerteza vai
enriquicer ainda mais a nossa música e a nossa cultura.
Parabéns a todos que participaram nesta obra e que o incentivo seja continuar sempre.
Nilton Fernandes  
                                                       ARTISTAS DA COMUNIDADE

Os artistas da comunidade e em especial a música, tem o condão de fazer nos alegres, reflectir ou pensar sobre as nossas vivências e
muitas vezes são relacionadas com o passado, presente e o por vir.

Muitas vezes estas reflexões traz sentimentos profundos sobre o nosso comportamento social que transcende mesmo no tempo.

O artista Alexandre de Pina, mais conhecido por Alexandre de Xáxi de Zeia e de Chimento de Pina, retrata mesmo muito bem estas ideias
com seu estilo peculiar e próprio talves mais familiar que ele sempre usa na sua musica e composições artisticas.

Alexandre de Pina, nasceu na localidade de Figueira Pavao, concelho de Santa Catarina, Fogo, Cabo Verde, naturalmente dotado pelo
dom da música, criou já algum tempo o seu conhecido conjunto musical chamado Show de Pina, formado praticamente por elementos
familiares e com um reportório abrangente e diversificado mas, sempre direcionado á comunidade e a sua audiencia como por exemplo o
excelente arranjo musical Mi Ka Nada Ku Mi e Mi Djan Bai ambos bem recebidos na comunidade musical, integrado num actractivo e bom
vídeo clip, tendo como background inolvidáveis imagens ou paisagens da Ilha do Fogo  que mostra muito bem o relacionamento natural
entre as gentes e a Natureza que esta ilha é dotada.

Esperamos que Show de Pina, continua a produzir músicas de raises culturais, valorizando os nossos bons costumes e divulgando
mensagens de amor, amizade e de paz que a comunidade tanto precisa.   
J. F.
14/09/2017